sábado, 30 de março de 2013

Pizza enrolada

Olá, meus queridos amigos.
Voltei com mais uma receita muito fácil de fazer. Eu estava inspirada nesse final de semana.
Depois do "Biscoito da titia", fiz essa receita, a pedido do meu filho. Para quem tem criança em casa; filhos, sobrinhos ou netos, é uma boa pedida, pois é uma ótima sugestão para o lanche. A minha criança, já está com 23 anos, rss, então é um "lanchinho" para todas as idades.
Tenho certeza que vocês vão gostar.
Abraços da amiga Janete

Ingredientes:
01 ovo
01 xícara de leite
1/2 xícara de óleo
01 colher (de chá) de fermento em pó royal
Sal a gosto (usei uma colher de café rasa)
Trigo até dar consistência.
Modo de Fazer:
Coloque o ovo, o leite, o óleo, o sal e o fermento e mecha com uma colher misturando de leve; vá adicionando o trigo aos poucos, misturando com as mãos; o ponto da massa é até ela se soltar da mão; depois de amassada, sove um pouco a massa; não precisa ser muito não, e se faltar trigo coloque mais um pouquinho.
Divida a massa em quatro partes; estique cada parte e corte com o tamanho de sua preferência.
Recheio:
Molho de tomate pronto. (usei molho pronto de azeitona); deu um sabor especial.
Presunto ralado
Queijo mussarela ralado
orégano
Pincele com uma gema, bem misturada.
Coloque em uma forma ligeiramente untada com óleo e leve ao forno pré-aquecido com temperatura média.
Deixe por aproximadamente 20 minutos, ou até que fique dourado, conforme a foto.
OBS: Essa receita não precisa deixar a massa ficar crescendo.

"Todos querem o perfume das flores, mas poucos sujam as suas mãos para cultivá-las".
Augusto Cury

Biscoito da titia

Olá, meus queridos amigos.
Esse delicioso biscoito de maisena, foi feito e oferecido pela minha irmã Luzia, no café da tarde, no aniversário da nossa mãe. Foi um sucesso, pois é muito bom mesmo e ela deu a receita para todos que estavam presentes naquela tarde. Hoje, resolvi experimentar e realmente é muito fácil, rapidinho de fazer e também foi um sucesso aqui em casa; e como tudo que eu faço, deixo a receita para vocês e espero que gostem.
Abraços da amiga Janete

 Ingredientes:
01 cx de maizena (200g)
03 colheres de coco ralado
05 colheres de açúcar refinado
05 colheres de trigo com fermento
01 xícara de margarina Qualy (ou 07 colheres de sopa)
Amasse bem, até que a massa solte das mãos.
Faça os biscoitos e e leve para assar em forno brando por + ou - 17 a 20 minutos.
Como vocês podem ver na foto, a massa fica ótima e soltinha. Rendeu 81 biscoitos. (Depende do tamanho que vocês vão fazer).
Tenho certeza que vocês também vão experimentar essa receita.



"Os que desprezam os pequenos acontecimentos nunca farão grandes descobertas. Pequenos momentos mudam grandes rotas".
Augusto Cury





sexta-feira, 29 de março de 2013

Boa notícia

Boa noite, meus amigos
Hoje, para Utilidades e Dicas, estou repassando uma notícia sobre vacina anti-câncer RINS E PELE, pois é de grande importância e necessário que todos saibam.


LEIAM COM ATENÇÃO:


Boas notícias são para partilhar.
Já existe vacina anti-câncer (pele e rins). Foi desenvolvida por cientistas médicos brasileiros,uma vacina para estes dois tipos de câncer, que se mostrou eficaz, tanto no estágio inicial como em fase mais avançada.
A vacina é fabricada em laboratório utilizando um pequeno pedaço do tumor do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é remetida para o médico oncologista do paciente.
Nome do médico que desenvolveu a vacina:José Alexandre Barbuto
Hospital Sírio Libanês - Grupo Genoma.
Telefone do Laboratório: 0800-7737327 begin_of_the_skype_highlighting FREE 0800-7737327end_of_the_skype_highlighting 0800-7737327 - (falar com Dra. Ana Carolina ou Dra.. Karyn, para maiores detalhes)
http://www.vacinacontraocancer.com.br/
Isto sim é algo que precisa ser repassado..........
Alguém pode estar precisando !!!!!
Por favor, divulguem esta vitória da medicina genética brasileira!!!!
“Só palavra de todas as boas coisas que a vosso respeito falou o Senhor vosso Deus; nenhuma delas falhou, mas todas se cumpriram.”


quinta-feira, 28 de março de 2013

Luiz Fernando Veríssimo

Olá meus queridos amigos.
Esse escritor de muitas faces e fases nos seus maravilhosos trabalhos; difícil de resumir toda a sua Biografia, mas vou falar um pouco sobre ele; mas tenho certeza que vocês vão ter uma grande curiosidade em pesquisar e se prenderem nas leituras dos diversos textos bem humorados desse escritor, tradutor, cartunista e cronista brasileiro.

Luiz Fernando Veríssimo (Porto Alegre, 26 de setembro de 1936) é um escritor brasileiro. Mais conhecido por suas crônicas e textos de humor, mais precisamente de sátiras de costumes, publicados diariamente em vários jornais brasileiros, Veríssimo é também cartunista e tradutor, além de roteirista de televisão, autor de teatro e romancista bissexto. Já foi publicitário e copy desk de jornal. É ainda músico, tendo tocado saxofone em alguns conjuntos. Com mais de 60 títulos publicados, é um dos mais populares escritores brasileiros contemporâneos. É filho do também escritor Érico Veríssimo.
Vida pessoal:
Formação
Nascido e criado em Porto Alegre, Luiz Fernando viveu parte de sua infância e adolescência nos Estados Unidos, com a família, em função de compromissos profissionais assumidos por seu pai - professor na Universidade de Berkeley (1943-1945) e diretor cultural da União Pan-americana em Washington (1953-1956). Como consequência disso, cursou parte do primário em San Francisco e Los Angeles, e concluiu o secundário na Roosevelt High School, de Washington.
Aos 14 anos produziu, com a irmã Clarissa e um primo, um jornal periódico com notícias da família, que era pendurado no banheiro de casa e se chamava "O Patentino" (patente é como é conhecida a privada no Rio Grande do Sul).
Saúde
Em 21 de novembro de 2012, Luiz Fernando foi internado em estado grave na UTI do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, devido a um quadro grave de gripe. Ele teve alta no dia 14 de dezembro.
Biografia
De volta a Porto Alegre em 1956, começou a trabalhar no departamento de arte da Editora Globo. A partir de 1960, fez parte do grupo musical Renato e seu Sexteto, que se apresentava profissionalmente em bailes na capital gaúcha, e que era conhecido como "o maior sexteto do mundo", porque tinha 09 integrantes.
Entre 1962 e 1966, viveu no Rio de Janeiro, onde trabalhou como tradutor e redator publicitário, e onde conheceu e casou-se (1963) com a carioca Lúcia Helena Massa, sua companheira até hoje e mãe de seus três filhos (Fernanda, 1964; Mariana, 1967 e Pedro, 1970).
Em 1967, de novo em sua cidade natal, começou a trabalhar no jornal Zero Hora, a princípio como revisor de textos (copy desk). Em 1969, depois de cobrir as férias do colunista Sérgio Jockymann e poder mostrar a qualidade e agilidade de seu texto, passou a assinar sua própria coluna diária no jornal. Suas primeiras colunas foram sobre futebol, abordando a fundação do Estádio Beira-Rio e os jogos do Internacional, seu clube do coração. No mesmo ano, tornou-se redator da agência de publicidade MPM Propaganda.
Em 1970 transferiu-se para o jornal Folha da Manhã, onde manteve sua coluna diária até 1975, escrevendo sobre esporte, cinema, literatura, música, gastronomia, política e comportamento, sempre com ironia e ideias pessoais, além de pequenos contos de humor que ilustram seus pontos de vista.
Em 1971 criou, com um grupo de amigos da imprensa e da publicidade porto-alegrense, o semanário alternativo O Pato Macho, com textos de humor, cartuns, crônicas e entrevistas, e que vai circular durante todo o ano na cidade.
Primeiros livros publicados
Em 1973 lancçou, pela Editora José Olympio, seu primeiro livro, O Popular, com o subtítulo "crônicas, ou coisa parecida", uma coletânea de textos já veiculados na imprensa, o que seria o formato da grande maioria de suas publicações até hoje. O livro de estreia de Veríssimo recebeu elogios do importante crítico literário Wilson Martins, em O Estado de São Paulo.
Em 1975, voltou ao jornal Zero Hora, onde permanece até hoje, e passou a escrever semanalmente também no Jornal do Brasil, tornando-se nacionalmente conhecido. Publicou nesse ano seu segundo livro de crônicas, A Grande Mulher Nua e começou a desenhar a série "As Cobras", que no mesmo ano já rendeu uma primeira publicação de cartuns.
Em 1979, publicou seu quinto livro de crônicas, "Ed Mort e Outras Histórias", o primeiro pela Editora L&PM, com a qual trabalharia durante 20 anos. O título do livro refere-se àquele que viria a ser um dos mais populares personagens de Luiz Fernando Veríssimo. Uma sátira dos policiais noir, imortalizados pela literatura de Raymond Chandler e Dashiel Hammett e por filmes interpretados por Humphrey Bogart, Ed Mort é um detetive particular carioca, de língua afiada, coração mole e sem um tostão no bolso, que passou a protagonizar uma tira de quadrinhos desenhada por Miguel Paiva e publicada em centenas de jornais diários, gerou uma série de cinco álbuns de quadrinhos (1985-1990) e ainda um filme com Paulo Betti no papel-título.
Entre 1980 e 1981, Veríssimo viveu com a família por 6 meses em Nova York, o que mais tarde renderia o livro "Traçando Nova York", primeiro de uma série de seis livros de viagem escritos em parceria com o ilustrador Joaquim da Fonseca e publicados pela Editora Artes e Ofícios.
Popularidade Nacional
Em 1981, o livro "O Analista de Bagé", lançado na Feira do Livro de Porto Alegre, esgotou sua primeira edição em dois dias, tornando-se fenômeno de vendas em todo o país. O personagem, criado (mas não aproveitado) para um programa humorístico de televisão com Jô Soares, é um psicanalista de formação freudiana ortodoxa, mas com o sotaque, o linguajar e os costumes típicos da fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai e a Argentina. A contradição entre a sofisticação da psicanálise e a "grossura" caricatural do gaúcho da fronteira gerou situações engraçadíssimas, que Veríssimo soube explorar com talento em dois livros de contos, um de quadrinhos (com desenhos de Edgar Vasques) e uma antologia.
Em 1982 passou a publicar uma página semanal de humor na revista Veja, que manteria até 1989.
Em 1983, em seu décimo volume de crônicas inéditas, lançou um novo personagem que também faria grande sucesso, a Velhinha de Taubaté, definida como "a única pessoa que ainda acredita no governo". O ingênuo personagem, que dera a seu gato de estimação o nome de porta-voz do Presidente-General Figueiredo, marcava a decadência do governo militar brasileiro, que já estava quase completando 20 anos.
Mas, anos depois, em plena democracia, Veríssimo faria reviver a Velhinha de Taubaté, ironizando a credibilidade dos presidentes civis, especialmente Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso.
Em toda a década de 1980, Veríssimo consolidou-se como um fenômeno de popularidade raro entre escritores brasileiros, mantendo colunas semanais em vários jornais e lançando pelo menos um livro por ano, sempre nas listas dos mais vendidos, além de escrever para programas de humor da TV Globo.
Em 1986, morou seis meses com a família em Roma, e cobriu a Copa do Mundo para a revista Playboy. Em 1988, sob encomenda da MPM Propaganda, escreveu seu primeiro romance, "O Jardim do Diabo".

Bem que eu disse que seria muito difícil resumir para vocês toda a biografia desse maravilhoso artista, escritor de tantas diversidades em sua profissão; eu poderia continuar com a pesquisa de suas ideias, da sua volta à música, citar os seus personagens e seus livros publicados, inclusive as crônicas e contos (antologias e reedições), as novelas e romances, os relatos de viagens, os cartuns e quadrinhos e outros mais...
Mas sei que vocês darão seguimento a essas pesquisas, pois vale à pena saber mais sobre Luiz Fernando Veríssimo.
A partir da próxima semana, teremos durante o mês de abril algumas crônicas e contos de Luiz Fernando Veríssimo aqui no nosso "Cantinho da Literatura".
Abraços da amiga Janete

Tem muita gente honesta neste país. Só não se identificam para não ficar de fora se aparecer um bom negócio.
"O mundo não é ruim,só está mal frequentado."
Com esse negócio de clonagem, já estou me sentindo um disco de vinil.






quarta-feira, 27 de março de 2013

Empadão de palmito com sardinha

Olá, meus queridos amigos.
Como estamos na semana santa e evitamos a carne vermelha, resolvi fazer um empadão com palmito e foi super aprovado.
Então, como não tenho postado novidades no "Cantinho da Culinária", sugiro essa receita que é muito fácil e rápida.


Ingredientes:
Massa:
07 colheres de margarina Qualy cremosa
01 ovo
03 colheres de leite
01 colher de pó royal
01 colher (café) de sal
Trigo o quanto baste para que a massa fique boa.
Recheio:
01 vidro de palmito (500gr.)
01 lata de sardinha
01 cebola picadinha
01 lata de tomate pelado Italiano
Caldo Knorr
Azeitonas picadas
Coentro picadinho
Noz moscada a gosto
Como fazer:
Refogue a cebola picadinha com um dente de alho amassado e em seguida adicione o tomate pelado, o caldo knorr, a noz moscada e as azeitonas picadinhas; acrescente um pouco de água e deixe formar um molho. Acrescente o palmito picadinho e as sardinha misturando bem. Dissolva 02 colheres rasas de farinha de trigo em meio copo de água e deixe o molho engrossar.
Desligue o fogo e reserve para esfriar enquanto prepara a massa.
Arrume a massa num tabuleiro ou num refratário; coloque o recheio e cubra com o restante da massa.
Unte com 01 gema misturada com um pouquinho de café (coado) e pincele.
Leve ao forno brando e deixe assar por mais ou menos meia hora.
Dicas:
Se preferir, pode usar a farinha de trigo com fermento; nesse caso não precisa do pó royal.
Pode usar um pouco de louro em pó, caso não queira a noz moscada, ou os dois temperos, se preferir.
Se tiver banha de porco, pode usar uma colher junto com a margarina.
Bom apetite.
OBS: Não deixem de visitar o "Cantinho da Culinária", pois tem outras receitas interessantes para a semana santa.

'Ora, sem fé é impossível agradar a Deus, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é galardoador dos que O buscam'. Hebreus 11:6.
Feliz Páscoa!!!!!
Abraços da amiga Janete

segunda-feira, 25 de março de 2013

Páscoa

Boa noite, meus queridos amigos.
Estamos começando mais uma semana e essa semana é muito especial, pois estamos na semana santa; período de reconciliação com Deus e com os irmãos em Cristo.
Que possamos dedicar esses dias para uma boa reflexão do que temos feito em nossas vidas para agradar ao Senhor.
Que em nossos corações o amor em Deus nos permita apagar as mágoas e nos enriqueça na simplicidade e na conscientização das nossas falhas, deixando reinar o amor e a caridade.
Vamos nos confraternizar em Jesus, a nossa verdadeira Páscoa.
Abraços da amiga Janete


Lição Especial sobre a Páscoa
A Humilhação e a Glorificação
de Jesus Cristo.A Mensagem da Páscoa
Textos Bíblicos:
a - Mateus 28. 1-10
"No findar do sábado, ao entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.
E eis que houve um grande terremoto, porque um anjo do Senhor desceu do céu, chegou-se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela.
O seu aspecto era como um relâmpago, e a sua veste, alva como a neve.
E os guardas tremeram espavoridos e ficaram como se estivessem mortos.
Mas o anjo, dirigindo-se as mulheres, disse: Não temais; porque sei que buscais Jesus, que foi crucificado.
Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde ele jazia.
Ide, pois, depressa e dizei aos seus discípulos que ele ressuscitou dos mortos e vai adiante de vós para a Galileia; ali o vereis. É como vos digo!
E, retirando-se elas apressadamente do sepulcro, tomadas de medo e de grande alegria, correram a anunciá-lo aos discípulos.
E eis que Jesus veio ao encontro delas e disse: Salve! E elas, aproximando-se, abraçaram-lhe os pés e o adoraram.
Então, Jesus lhes disse: Não temais! Ide avisar a meus irmãos que se dirijam à Galileia e lá me verão".
"Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz" (Fp 2.5-8).
 Páscoa...


É ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer toda sorte de sofrimento.
É ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida que vence a morte.
É dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.
É renascimento, é recomeço,
É uma nova chance para melhorarmos
as coisas que não gostamos em nós,
Para sermos mais felizes por conhecermos
a nós mesmos mais um pouquinho.
É vermos que hoje...
somos melhores do que fomos ontem.
Desejo a todos os amigos e amigas uma
Feliz Páscoa, cheia de paz, amor e muita saúde!





quinta-feira, 21 de março de 2013

Manuel Bandeira

Olá, meus queridos amigos.
Manuel Bandeira, "velho" conhecido da nossa Literatura Brasileira; e surpreendentemente um grande romântico, quem diria... Fiquei encantada com a simplicidade e a diversidade dos seus versos e prosas e os poemas dedicados às mulheres, sempre com muito carinho. Gostei e pretendo ler mais "Manuel Bandeira".
Por ser o mês de março dedicado às mulheres, aproveito para oferecer às amigas que prestigiam o nosso blog da amizade, um resumo da Biografia e alguns trechos das obras de Manuel Bandeira.
Com carinho da amiga Janete.
"...o sol tão claro lá fora,
o sol tão claro, Esmeralda,
e em minhalma - anoitecendo."
Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho nasceu no Recife no dia 19 de abril de 1886, na Rua da Ventura, atual Joaquim Nabuco, filho de Manuel Carneiro de Souza Bandeira e Francelina Ribeiro de Souza Bandeira. Em 1890 a família se transfere para o Rio de Janeiro e a seguir para Santos - SP e, novamente, para o Rio de Janeiro. Passa dois verões em Petrópolis.
Poeta brasileiro
Manuel Bandeira foi um precursor do Modernismo, 
além de um dos maiores poetas brasileiros.
O recifense Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho mudou-se ainda jovem para o Rio de Janeiro. Em 1903, transferiu-se para São Paulo, onde iniciou o curso de engenharia na Escola Politécnica da USP (queria ser arquiteto, curso então ligado à escola de engenharia). No ano seguinte, abandonou os estudos por causa da tuberculose e retornou para o Rio, onde escreveu poesia e prosa, fez crítica literária e deu aulas na Faculdade Nacional de Filosofia. Por causa da doença, passou longos períodos em estações climáticas no Brasil e na Europa. Entre 1916 e 1920, perdeu a mãe, a irmã e o pai.
Em 1917, publicou "A Cinza das Horas", de nítida influência parnasiana e simbolista. Dois anos depois, lançou "Carnaval", fazendo uso do verso livre. Já se mostrava um dos precursores da linha modernista, e Mário de Andrade o chamaria de "São João Batista do modernismo brasileiro". Apesar disso, em 1922, por não concordar com a intensidade dos ataques feitos aos parnasianos e simbolistas, não participou diretamente da Semana de Arte Moderna (nem sequer viajou para São Paulo).
No entanto, seu poema "Os Sapos", lido por Ronald de Carvalho na segunda noite do acontecimento, provocou muitas reações. Nele, Bandeira se vale mais uma vez do verso livre, principal característica de sua obra:
"Enfunando os sapos,/ Saem da penumbra,/ Aos pulos, os sapos./ A luz os deslumbra./ Em ronco que aterra,/ Berra o sapo-boi:/ 'Meu pai foi à guerra!' - 'Foi!' - 'Não foi!'"
Com "O Ritmo Dissoluto" (1924 e "Libertinagem" (1930), temos um poeta totalmente integrado no espírito modernista.
"Libertinagem" apresenta alguns poemas fundamentais para entender a poesia de Bandeira: "Vou-me embora pra Pasárgada", Poética", "Evocação do Recife" e outros. Aparecem ali seus grandes temas: a família, a morte, a infância no Recife, os indivíduos que compõem as camadas mais baixas da sociedade.
Apesar dos amigos e das reuniões na Academia Brasileira de Letras (para a qual foi eleito em 1940), Bandeira viveu solitariamente. Mesmo sendo um apaixonado pelas mulheres, nunca casou: dizia que "perdeu a vez".
Morreu aos 82 anos, de parada cardíaca - e não de tuberculose, a doença que o acompanhara durante parte tão grande de sua vida.
Bibliografia:
Algumas Poesias:
A Cinza das Horas - Jornal do Comércio - Rio de Janeira, 1917 (Edição do Autor)
Carnaval - Rio de Janeiro, 1919 (Edição do Autor)
Poesias (acrescida de O Ritmo Dissoluto) - Rio de Janeiro, 1924
Libertinagem - Rio de Janeiro, 1930 (Edição do Autor)
Estrela da Manhã - Rio de Janeiro, 1936 (Edição do Autor)
Poesias Escolhidas - Rio de Janeiro, 1937
Poesias completas acrescida de Lira dos cinquent'anos) - Rio de Janeiro, 1940 (Edição do Autor)...
E muitas outras poesias, além das prosas, como "Noções de História das Literaturas - Rio de Janeiro, 1940; A Flauta de Papel - Rio de Janeiro, 1957 , Itinerário de Pasárgada - Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1966, Seleta de Prosa - Nova Fronteira - RJ, Berimbau e Outros Poemas - Nova Fronteira - RJ e outras obras maravilhosas.

Para vocês, alguns trechos de poemas de Manuel Bandeira:

ARTE DE AMAR
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus - ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
(Manuel Bandeira)
Boda espiritual
Tu não estás comigo em momentos escassos:
No pensamento meu, amor, tu vives nua
- Toda nua, pudica e bela, nos meus braços.
O teu ombro no meu, ávido, se insinua.
Pende a tua cabeça. Eu amacio-a... Afago-a...
Ah, como a minha mão treme... Como ela é tua...
Põe no teu rosto o gozo uma expressão de mágoa.
O teu corpo crispado alucina. De escorço
O vejo estremecer como uma sombra n'água.
Gemes quase a chorar. Suplicas com esforço.
E para amortecer teu ardente desejo
Estendo longamente a mão pelo teu dorso...
Tua boca sem voz implora em um arquejo.
Eu te estreito cada vez mais, e espio absorto
A maravilha astral dessa nudez sem pejo...
E te amo como se ama um passarinho morto.
(Manuel Bandeira)
Tempo Será:
A Eternidade está longe
(Menos longe que o estirão
Que existe entre o meu desejo
E a palma da minha mão).
Um dia serei feliz?
Sim, mas não há de ser já:
A Eternidade está longe,
Brinca de tempo-será.
(Manuel Bandeira)
Andorinha, andorinha lá fora está cantando:
-Passei o dia a-toa, a-toa.
Andorinha minha canção é mais triste:
-Passei a vida a-toa, a-toa.
(Manuel Bandeira)
A Estrela
Vi uma estrela tão alta,
Vi uma estrela tão fria!
Vi uma estrela luzindo
Na minha vida vazia.
Era uma estrela tão alta!
Era uma estrela tão fria!
Era uma estrela sozinha
Luzindo no fim do dia.
Por que da sua distância
Para a minha companhia
Não baixava aquela estrela
Por que tão alto luzia?
E ouvi-a na sombra funda
Responder que assim fazia
Para dar uma esperança
Mais triste ao fim do meu dia.
(Manuel Bandeira)
Mulheres
Como as mulheres são lindas!
Inútil pensar que é do vestido...
E depois não há só as bonitas:
Há também as simpáticas.
E as feias, certas feias em cujos olhos vejo isto:
Uma menininha que é batida e pisada e nunca sai da cozinha.
Como deve ser bom gostar de uma feia!
O meu amor porém não tem bondade alguma.
É fraco! Fraco!
Meu Deus, eu amo como as criancinhas...
És linda como uma história da carochinha...
E eu preciso de ti como precisava de mamãe e papai.
(No tempo em que pensava que os ladrões moravam no morro atrás de casa e tinham cara de pau)
(Manuel Bandeira)

Poema extraído do livro "Manuel Bandeira - 50 poemas escolhidos pelo autor", Ed. Cosac Naify - São Paulo, 2006, pág. 35.
Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo
Quero apenas contar-te a minha ternura
Ah se em troca de tanta felicidade que me dás
Eu te pudesse repor
-Eu soubesse repor
No coração despedaçado
As mais puras alegrias de tua infância!
(Manuel Bandeira)
Estrela da Manhã
Nas ondas da praia
Nas ondas do mar
Quero ser feliz
Quero me afogar.
Nas ondas da praia
Quem vem me beijar?
Quero a estrela-d'alva
Rainha do mar.
Quero ser feliz
Nas ondas do mar
Quero esquecer tudo
Quero descansar
(Manuel Bandeira)
O último poema
Assim eu quereria meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.
Com esses versos homenageamos o poeta Manuel Bandeira na passagem dos 40 anos de seu falecimento (13/10/1968).
Que importa a paisagem, a Glória, a baia, a linha do horizonte?
- O que vejo é o beco
(Manuel Bandeira)
Tem mais presença em mim, o que me falta.
(Manuel Bandeira)





quarta-feira, 20 de março de 2013

Com Deus nunca se perde a batalha

Boa noite, meus queridos amigos
Estou deixando para vocês, mais uma bela mensagem de fé e otimismo, oferecida pelo padre Marcelo Rossi.
Espero que nos fortaleça no amor e na confiança em Deus, que sabe de todas as nossas necessidades e, portanto, não é justo que nos sintamos derrotados ao depararmos com certas dificuldades com os problemas que achamos sem solução. 
Abraços da amiga Janete
Amados!!!
Deus é magnífico...
Com Deus nunca se perde a batalha.
Muitas vezes Deus permite nossa derrota, numa guerra para nosso próprio bem...
Mas lá na frente Ele tem um plano:
Nos dar uma vitória bem maior...
Onde todos verão e terão que aplaudir a nossa grande vitória...
Quando algo na sua vida der errado, não lamente.
Ei!! Com São José espere, está para chegar a tua vitória.
Um forte Ágape!!!
"Nada poderá me abalar, nada poderá me derrotar; pois minha força e vitória tem um nome e é JESUS..."
Foto especial - Janete - Domingos Martins

sexta-feira, 15 de março de 2013

Parabéns mamãe - 93 anos


Nesse período que fiquei fora, participei de alguns eventos, como o aniversário de Mariana, como vocês puderam ver aqui no nosso blog, assim como tive o privilégio e a honra de passar o aniversário da minha amada mãe Maria Alvina Felix, que completou 93 anos no dia 28 de fevereiro; na verdade, o seu aniversário é dia 29, ano bissexto.
Começou com a visita da sua irmã, minha tia Glorinha com a sua filha Ângela, a minha irmã Luzia, a minha sobrinha Leila e a vizinha Cínthia, com o seu filho Caio, que tem a minha mãe como sua “vozinha” do coração.
Foi um café da tarde muito especial, com direito a uma oração de agradecimento feita pela tia Glorinha e com a alegria de cantar os parabéns.
                                      

 
Momento de agradecimento a Deus, pela vida e pela família. Mamãe, minha irmã Luzia, tia Glorinha e minha prima Ângela
 
                                          Foi uma tarde maravilhosa, mas não parou por aí...
À noite, a chegada da minha irmã Nágila, com o seu esposo Luiz, com muita alegria, numa foto especial... e Começou a segunda parte da festa...
A minha irmã Maria Lúcia, com os filhos Ivanzinho e família, Cínthia e família...
Os bisnetos Rafael, Mariana e Maria Helena...



Foto especial com os netos e as bisnetas Maria Helena e Mariana...
A família do meu irmão Alfredo, que chegou fazendo a "festa", com muita alegria cantando os parabéns...

A minha cunhada Adriana com os filhos Daniel e Davi...

A alegria desse momento especial com o seu "filhão" Alfredo
Meu sobrinho Ivanzinho e minha cunhada Adriana
Parabéns, minha querida mãe; somos todos muito felizes e orgulhosos por termos a mãe, a avó e acima de tudo, ser parte da sua vida.
Todos com muita alegria, registrando esse momento maravilhoso pelo aniversário da nossa mãe; com um delicioso jantar participativo. 
A família é assim: É só chegar e a festa acontece.
Minha querida cunhada Adriana, e a querida irmã Maria Lúcia, as animadoras da festa.
O genro querido, Ivan, com um abraço especial, fez questão de prestigiar esse momento...
E não podia faltar o marido da neta Cínthia, Geanderson, que também fez questão de parabenizar a nossa mãe.
O neto Davi e a bisneta Mariana, cantando os parabéns com a avó
E, quem não poderia faltar, claro, a nossa irmã Rosemary com as filhas Nayara e Vanessa, que chegaram em seguida e com muita alegria, para um abraço especial.

Mãe, essa homenagem é tão singela, mas representa o respeito e o amor imenso que toda a família sente pela senhora. Esse exemplo de coragem e dignidade que dá a cada membro dessa família o orgulho de dizer: É a minha mãe, é a minha sogra, é a minha avó, é a minha bisavó, é a mulher mais importante na vida de todos nós.
Desejamos que tenhas saúde e que continue com esse grande amor que contagia e ensina que a vida é mais simples do que se imagina; doação e amor. Exemplo de vida, de dignidade, lição de vida de Maria Alvina Felix.
Parabéns pelos seus 93 anos.
"Com certeza, o senhor, honrou essa data com o seu nascimento, bendito seja por esta grande oportunidade de parabenizar alguém tão importante, você.

Feliz aniversário e muitos anos de vida, é o que lhe deseja o meu coração. Agradeço ao Pai por ter colocado você em meu caminho.

Deus, por sua perfeição, justiça e bondade, sabia que juntos poderíamos crescer e fazer valer o seu amor.

Receba as benções divinas por toda a vida. Com muita saúde e que encha o Espírito Santo, renovando-lhe, a cada dia.

Parabéns."



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