quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Doação de Órgãos

UM PAPO SÉRIO!!!
DOAÇÃO DE ÓRGÃOS
Cultive esta Idéia!


Doar e receber
Dois lados da mesma viagem
Doe Órgãos para que a vida continue



Olá meus queridos amigos e leitores, hoje quero falar sobre um assunto muito importante e que muitas pessoas ainda desconhecem, assim como existe ainda resistência sobre como tomar decisão para doação de órgãos e hoje, 27 de setembro é o Dia Nacional de Doação de Órgãos.
Para começar, quero informar que aconteceu no domingo, 25 de setembro, a Campanha de Doação de Órgãos, na Praia da Costa em Vila Velha - ES, mostrando a importância de doar e transplantar órgãos.


Um gesto muito simples, apenas uma conversa, pode ajudar muitos brasileiros que precisam de um transplante para viver. Se você deseja ser um doador de órgãos, avise os seus familiares. Se você tem um doador de órgãos na família, respeite a sua vontade. Doar uma vida é fazer valer muitas vidas.




Dois passos que podem salvar uma vida:
1º - Compartilhe sua vida, seja um doador.
2º - Compartilhe sua decisão, avise sua família.

Qualquer um de nós poderá precisar de um transplante de órgão ou tecido. Hoje, no Brasil, quase 60 mil pessoas aguardam na fila de espera por um transplante.

·       O que é transplante?
O transplante é um procedimento cirúrgico que consiste na substituição de um órgão ou tecido de uma pessoa doente (receptor) por outro órgão ou tecido saudável de um doador.
·       Quem são os beneficiados com os transplantes?
Milhares de pessoas que todos os anos contraem doenças cujo único tratamento é um transplante. A espera por um doador muitas vezes é dramática e também envolve pessoas da família e amigos.
Os órgãos doados vão para esses pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada estado e controlada pelo Sistema Nacional de Transplantes.
·       Quero ser doador. O que devo fazer?

A atitude mais importante é comunicar à sua família o desejo de ser doador. Todos nós somos doadores, desde que a nossa família autorize.

·       Quando podemos doar?
Podemos doar em vida e após a morte.
Em situação de morte encefálica podemos nos tornar doadores de órgãos com autorização da nossa família. A doação de um dos rins, parte do fígado, medula óssea e sangue pode ser feita em vida.

·       Quando podemos doar as córneas?
A doação pode ser realizada logo após o falecimento, independente de o doador ter passado por um processo de morte encefálica. A capitação das córneas deve ser feita até 6 (seis) horas após o óbito.

·       O que é morte encefálica?
Morte encefálica é a definição legal de morte. É a completa e irreversível parada de todas as funções do cérebro, resultado de graves acidentes ou derrame cerebral. O sangue que vem do corpo e supre o cérebro é bloqueado e o cérebro morre.

Lembre-se: Morte encefálica é permanente e irreversível.

·       Posso ter certeza do diagnóstico de morte encefálica?
Sim. O diagnóstico de morte encefálica é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. Dois médicos diferentes examinam o paciente, sempre com a comprovação de um exame complementar, que é interpretado por um terceiro médico. Não existe dúvida quanto ao diagnóstico.

·       Após a doação, o corpo do doador fica deformado?
Não. A retirada dos órgãos é uma cirurgia como qualquer outra e o doador poderá ser velado normalmente.


·       Uma pessoa em coma também pode ser doadora?
Não. Coma é um estado reversível. Morte encefálica, como o próprio nome sugere, não. Uma pessoa somente torna-se doadora após o correto diagnóstico de morte encefálica e da autorização dos familiares para a retirada dos órgãos.
·        Como proceder para doar?
Um familiar pode manifestar o desejo de doar órgãos e tecidos de um parente. A decisão pode ser dada aos médicos, enfermeiros e assistentes sociais do hospital.
·        Quais órgãos e tecidos podem ser obtidos de um doador falecido?
Coração, pulmão, fígado, pâncreas, intestino, rim, córnea, veia, ossos e tendão.
·        Podemos escolher o receptor?
A não ser no caso de doação em vida, nem o doador e nem a família podem escolher o receptor. Este será sempre indicado pela Central de Transplantes a partir de critérios clínicos definidos na legislação brasileira de transplantes.
Para mais informações, acesse WWW.doevida.com.br
Disque saúde 0800 61 1997
Essa foi mais uma utilidade do nosso blog da amizade janetenaweb.




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