segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Mt 18,21-19,1


Olá, meus queridos amigos.
Vamos começar essa semana com mais uma reflexão, com esse texto que não deve ser banalizado, pois é um tema que envolve toda a humanidade, afinal, quem nunca ofendeu ou foi ofendido? Quem nunca errou ou cometeu algum ato inconsequente, ou quem nunca se deu conta de uma grande falha, um desvio em sua vida?
Existe um tempo em que achamos que jamais cometeremos erros, que somos corretos e que podemos andar sempre com a cabeça erguida, pois nada nos atingirá. De repente, acontece algo inesperado e que nem mesmo acreditamos ter acontecido; algo que pudesse manchar nossa reputação, e as coisas mudam de figura.
O julgamento chega rápido, ninguém se interessa em saber o que realmente aconteceu; a pressa é de julgar, caluniar e condenar, mas o que muitos não sabem, é que, ao julgar sem se preocupar com o que essa atitude pode causar numa pessoa que antes era vista com bons olhos, e que realmente merecia uma oportunidade para se defender, pode gerar mágoa e dor por toda a vida.
Já pensaram que estrago tudo isso pode causar na vida de uma pessoa, mesmo que ela se julgue culpada, que ficará marcada e que essa ferida jamais será cicatrizada; será que jamais será digna do perdão? Será que essa pessoa não foi mais ofendida, do que ofendeu?
Vamos refletir? Uma boa semana para todos.
Abraços da amiga Janete.
PERDOAR A OFENSA DO NOSSO PRÓXIMO
"Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete." (Mt 18,22) Deus quer que sejamos misericordiosos com todos. Parece uma tarefa difícil porque algumas pessoas podem não merecer segundo o nosso julgamento. Mas na verdade, nós temos um grande benefício ao perdoar, pois a mesma medida de perdão será usada para nós. Perdoando nos tornamos aptos a recitar a oração do Pai Nosso e dizer com convicção: Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.

Apolônio Carvalho
 

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