quinta-feira, 17 de abril de 2014

Cruz, sinal de vitória

Olá, meus queridos amigos.
Hoje, quinta-feira Santa, o nosso "Cantinho da Literatura" traz alguns textos sobre a importância da Cruz, do livro"Cruz, sinal de vitória!" - coordenação do Padre Lourenço Ferronatto, EP.
Sinal de vitória
Na Antiguidade, a morte na cruz era considerada o mais atroz e humilhante dos castigos, reservado sobretudo aos escravos e também aos malfeitores, assassinos e ladrões, cuja punição pública deveria servir de exemplo para todo o povo. E esta foi, precisamente, a morte que Cristo permitiu para Si, para nos redimir da escravidão do pecado.
Por ocasião da batalha da Ponte Milvia, no ano 312, o exército de Constantino viu uma cruz luminosa brilhar nos céus, circundada pelos dizeres Com este sinal vencerás(In hoc signo vinces), em latim. Ali estava, sem dúvida nenhuma, diante do jovem general, o sinal dos cristãos.
À noite, segundo a tradição, Jesus apareceu em sonhos a Constantino, pedindo que adotasse a cruz como símbolo de seu exército. Na manhã seguinte, o jovem general mandou gravar a cruz de Cristo nos estandartes de seus soldados e alcançou a vitória sobre os seus inimigos. Um ano mais tarde, o Imperador promulgou o Edito de Milão, que deu liberdade para a Igreja Católica.
À medida que o Império Romano foi se convertendo ao cristianismo, dentre as ruínas do paganismo, surgia um mundo novo, banhado pela luz do Evangelho.
A Cruz passou a ser o centro da espiritualidade católica, o símbolo dos seguidores de Cristo, o sinal da vitória sobre a morte e o pecado.
Padre Lourenço Ferronatto, EP
O mistério da Cruz.
Do ponto de vista humano e materialista, o Cordeiro imolado no alto da Cruz não passava de um pobre ser maltratado e injuriado por todos, um homem falido e derrotado para sempre; debaixo da luz sobrenatural, porém - e esta é a única visualização verdadeira - Jesus achava-Se ali elevado como um Rei em toda a sua glória, atraindo para Si todas as criaturas. Este divino mistério, os Apóstolos, sobretudo São Paulo, compreenderam-no com profundidade: "Julguei não dever pregar outra coisa entre vós a não ser Jesus Cristo, e Jesus Cristo crucificado" (1Cor 2,2). E ainda: "Quanto a mim, porém, de nada me quero gloriar, a não ser na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo" (Gl 6,14).
"É PARA A LIBERDADE QUE CRISTO NOS LIBERTOU
JESUS LIBERTADOR."












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